Eu desenho em lagrimas toda a minha angustia, que é um tanto quanto passageira.
No entanto eu queria que fosse mais aventureira, e simpĺesmente fosse embora.
Dores e medos, inseguranças e anseio,
Que vivo sem ao menos chance de defesa.
Defesa esta que eu encontro apenas nos braços do ventre que me deu a vida.
Então eu consigo diferenciar o limite da realidade ou da loucura.
É me segurando em uma fé que nunca pensei existir,
No olhar perfeito e azul que me faz sorrir.
No cabelo dourado que me faz refletir.
Penso que continuo a desenhar coisas sem sentidos,
mas que por obra do destino eu começo a ver menos poucos impensilios.
É decorrer de uma única nota, ou cançao.
Esta que apenas os anjos podem ouvir no amanha de cada dia,
mas que eu nessa minha estupida ira de achar me incapaz descobri.
Sou humano no mais puro sentido da palavra,
pecando em carne e espirito,
pouco ou muito evoluida eu respiro.
E dei risada, gosto de respirar,
gosto de me manter viva e sã.
Mesmo que em terra a sanidade possa parecer loucura,
e a loucura uma estranha sanidade cheia de regras.
Eu desenho em parede de sonhos os meus pesadelos,
mas eu sinto meu corpo, e todos os dias que o sinto eu acredito,
ainda mais que ser divino é maravilho, mas ser humano é ser vitorioso.
Defino que é aqui eu eu fico, e que é aqui eu eu vivo.
Da morte morte em carne não quero afins,
da vida em terra quero o direito de vencer todos os dias,
mesmo que isso me cause muitas oupoucas feridas.
Pois descobri que sobreviver é a minha maior aventura, perante a eternidade.